Como diminuir a hipertensão com azeite

Em todo time de futebol que faz história ganhando títulos, pelo menos um jogador sempre se destaca por suas qualidades excepcionais. Talvez sua habilidade técnica decida uma partida ou sua garra leve um grupo inteiro à glória da primeira colocação. Felizmente, esse tipo de atleta transborda pelas fronteiras do nosso Brasil: Pelé, Zico, Rivellino, Ronaldo… E, no time dos alimentos saudáveis, o craque da camisa 10 impõe muito respeito e soma conquistas nos meios científicos: o azeite de oliva já é reconhecido por especialistas pelos gols que marca em prol da saúde e controle da hipertensão.

Como usar o azeite para acabar com hipertensão

Sua última vitória foi testemunhada por investigadores do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica de Bordeaux, na França. Eles provaram que o óleo da azeitona tem mais uma qualidade: atua na proteção do acidente vascular cerebral, o popular derrame. O estudo francês foi realizado com mais de 7 mil sexagenários e durou cinco anos. Na comparação dos resultados, os indivíduos que eram consumidores regulares do azeite apresentaram um risco 41% menor de um AVC.

“Algumas de suas substâncias, como os compostos fenólicos e a vitamina E, agem como antioxidantes”.

Quem diz isso é a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Ou seja, combatem os danosos radicais livres, moléculas que, em excesso, estão relacionadas a processos degenerativos, resultando em problemas cardiovasculares como o derrame, entre outros males. “Esse óleo também possui gordura monoinsaturada, que, se consumida no dia a dia, parece diminuir os níveis de LDL, o colesterol ruim”, completa Mariana.

Porque o azeite ajuda a controlar pressão alta

O azeite de oliva só é riquíssimo em compostos contra a oxidação por causa de sua origem e a acabar com a pressão alta de forma natural. Na contramão de outros óleos, ele é feito do próprio fruto, e não dos grãos ou do caroço, como é o caso daqueles de girassol ou de milho. Faz diferença. Na oliveira, como a azeitona fica completamente exposta ao ar, a natureza dá um jeito de ela se proteger da ação do oxigênio, capaz de estragá-la.

Daí a produção de mais antioxidantes.

“E, durante a fabricação, a primeira prensa desses frutos é sempre a mais saudável, porque extrai uma maior quantidade dessas substâncias defensoras”

Isso é o que explica o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.

 

Uma história milenar do uso do azeite

A relação entre a humanidade e o azeite vem de muitos séculos: ele já era utilizado há 3 800 anos na região da Mesopotâmia, o atual Iraque. As primeiras oliveiras surgiram ao sul do Cáucaso, na fronteira entre Europa e Ásia, e se espalharam por Egito, Grécia e Itália. Os povos dessas regiões, inclusive, usavam o óleo com finalidades estéticas, para tratar a pele e o cabelo e até para massagens terapêuticas e produção de perfumes. O líquido dourado também tinha importância religiosa: ao lado do vinho e do trigo, era uma das riquezas dos hebreus. Para eles, sua árvore era o símbolo da bênção divina e da perseverança. Caso você queira saber mais do assunto, fique sempre atento aos artigos da nossa seção de saúde.

Dieta para quem tem pressão alta

 

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